Teatros

Descrições do jornalista Alexandre Gaioto, direto do Viva Maringá.

Teatro Marista:

A organização dos lugares é tão bem planejada que você pode assistir uma peça, inclusive, se optar por um lugar na última fileira de alguma das extremidades. Confeccionadas no modelo giroflex auditorium, as 911 confortáveis poltronas possibilitam a visão do espectador independentemente do sujeito que esteja acomodado à sua frente. Acima da plateia, o balcão garante um ângulo aéreo privilegiado sobre o palco.

Capacidade: 911 lugares  /  3 camarins

Av. Itororó cont. esquina com a Av. Paraná, 130.

Teatro Calil Haddad

Com uma área construída de 7.836,95 m², o Calil Haddad é um gigante entre os teatros do Norte do Paraná: sua própria existência na Zona 5 já o configura como uma obra de arte. O palco do teatro segue o modelo italiano, com área de 112m², boca de cena de 12m de largura e 6,60m de altura e profundidade de 12m. Quanto aos camarins, são 3 coletivos com 21 m² cada e 5 individuais com 13 m². São estas dimensões que o autorizam a receber megaproduções como o musical “A bela e a fera” e o eleva ao mesmo patamar dos grandes teatros das capitais.

Capacidade: 797 lugares  /  13 camarins

Av. Dr. Luiz Teixeira Mendes, 2500 – Zona 05

Teatro Barracão

Eucalipto é o tipo da madeira que compõe a estrutura do Teatro Barracão. Ele surgiu no cenário maringaense em 1988, por meio de um projeto do governo do Estado que construiu uma série de teatros seguindo o mesmo modelo.

Há, sem dúvidas, todo um charme que resistiu ao tempo e que continua a envolver o teatro. Seu estilo rústico, sua sobriedade e o ambiente intimista resultam, automaticamente, numa simpatia inevitável, fugaz, arrebatadora. Claro que há diferenças entre o teatro de agora e o espaço do final da década de 1980: naquela época, quando o desenvolvimento urbano encaminhava a passos lentos, a plateia não sofria com o coral dos automóveis e das motos que, quase sempre em alta velocidade, passam em redor do Barracão e interferem nas performances artísticas.

Capacidade: 240 lugares   /  2 camarins

Praça Nadir Cansian, Av. Bento Munhoz da Roccha Neto.

Teatro Reviver

A presença do Teatro Reviver modificou a Zona 2. Incorporado à paisagem, virou um elemento arquitetônico charmoso que, até hoje, recebe muito carinho dos moradores do bairro. É praticamente impossível imaginar aquele terreno vazio, apenas servindo como um grande estacionamento ou como a continuação de uma avenida. Esteticamente semelhante ao Teatro Banestado ¿ ou Teatro Barracão ¿, o Reviver é constituído por madeira, como se fosse um grande casarão.

Ao todo são 176 poltronas de couro espalhadas pelo teatro, que possui 3 camarins, 3 banheiros (masculino, feminino e um exclusivo para cadeirantes) e não tem ar condicionado. Como as poltronas são bem planejadas, não há dificuldade alguma para visualizar o palco ¿ separado da plateia por um generoso espaço. Atualmente, o Reviver é utilizado para espetáculos de dança de pequeno porte. Tal como nas obras de Degas, as jovens dançarinas experimentam, em cima do palco, a sensação de contornar a música com a delicadeza de seus corpos.

Capacidade: 176 lugares  /  3 camarins

Avenida Juscelino Kubitschek, Praça Todos os Santos.

Teatro Luzamor

A mistura de elegância e discrição é marcante para a plateia do Teatro Luzamor. Desde 1989, o local já atrai gente interessada não apenas em realizar eventos, mas, também, observar a arquitetura, internamente, e acompanhar, claro, as performances artísticas que o teatro recebe. No prédio do Luzamor, acima do térreo há mais 2 andares, com 17 salas no total. No balcão, acima da plateia, a capacidade é para 100 lugares. Somado com a plateia, o público total chega a 400 espectadores.

As poltronas do teatro não são fixadas ao chão. Assim, é possível modificar a estrutura da plateia dependendo da necessidade da performance – uma característica que, bem explorada, modifica a forma com que o público vai recepcionar o espetáculo e altera o resultado do próprio espetáculo. Essa possibilidade de escapar do tradicional é sempre positiva ao universo das artes.

Capacidade: 400 lugares  /  2 camarins

Rua Néo Alves Martins, 1704.

Teatro Oficina da Uem

Para um local de resistência, vanguarda e experimentalismo de linguagem, o Teatro Oficina da UEM é ideal. Sem decoração extravagante ou conforto excessivo, o pequeno teatro de 170 lugares coloca o público praticamente em cima do palco, junto com a atração, rompendo as tradicionais separações entre quem assiste e quem está em cena.

A maioria dos espetáculos apresentados no local, desde 1987, pertence ao circuito universitário. Do cânone Bretch ao dramaturgo londrinense Mário Bortolotto, a Oficina da UEM, como todo teatro deveria ser, é antes um espaço para a provocação. Sem a presença de megaproduções, a proposta do local é causar a reflexão no espectador basicamente por meio da qualidade da interpretação dos atores e do texto encenado.

No local, não espere por muitas regalias. Dependendo de quem estiver à sua frente, dentro do teatro, é preciso esticar o pescoço, para a direita ou esquerda, a fim de tentar visualizar melhor o palco. Além disso, as poltronas são simples e o lugar é apertado: características peculiares que compõem a charmosa identidade do teatro.

Capacidade: 170 lugares

Avenida Colombo, 5790 – Campus da Universidade Estadual de Maringá

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