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Descalça?, hoje no Barracão

“Não se nasce mulher: torna-se”. A famosa frase de Simone de Beauvoir não resume este espetáculo, mas serve bem para apontar um de seus pontos cruciais. Sem dúvida, na construção da mulher, a relação mãe / filha é fundamental e é justamente o feminino – sua construção, seu lugar no mundo, sua condição – a partir dessa relação, o que o trabalho aborda. Nunca, num viés determinista em que a mulher mãe e a educação que dela provém fazem a mulher filha, mas na perspectiva de que a interação entre as duas é constitutiva de ambas. Para tanto, a psicanálise, a literatura e relatos pessoais foram tomados como referências. São histórias de 24 mulheres que serão interpretadas ou narradas por 02 atrizes.
Duração: 40 minutos

Histórico do espetáculo
O espetáculo “Descalça?” É o primeiro trabalho do Grupo Beta de Teatro e é resultado de 2 anos de processo. O grupo partiu de uma idéia e iniciou pesquisa teórica e prática sobre o assunto, firmou parceria com o Grupo Z de teatro, cujos artistas participaram da montagem. Utilizaram-se do processo colaborativo de criação, por acreditarem na importância dos papéis de todos os artistas envolvidos no processo.
O espetáculo recebeu 02 prêmios para sua montagem: “Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz 2008” e o “Edital de Residência Artística da Secretaria Estadual de Cultura do Espírito Santo 2009”.
Através deste Edital de Residência Artística, o espetáculo pôde trabalhar com a diretora paulista Aline Ferraz, que junto com Fernando Marques dirigiu o espetáculo.
Além dos prêmios de montagem, após a estréia, o espetáculo foi contemplado por mais dois prêmios, ambos de circulação: Prêmio Funarte de teatro Myriam Muniz 2010 e Edital de Circulação da Secretaria estadual de cultura do Espírito Santo.
O Prêmio Funarte de teatro Myriam Muniz 2010 promoverá a circulação do espetáculo por cinco regiões, em 9 cidades, com o total de 15 apresentações e bate-papos.

Ficha técnica completa do espetáculo:

Direção: Aline Ferraz e Fernando Marques
Dramaturgia: Fernando Marques / Elenco: Telma Smith e Lorena Campoi / Produção: Telma Smith e Lorena Campoi
Preparação corporal: Francina Flores / Cenário, figurino e adereços: Francina Flores/ Concepção de Luz: Carla van den Bergen

Montagem e Operação de Luz: Daniel Boone / Operação de Som: Carla van den Bergen
Designer gráfico: Fernando Marques / Gravação de Violino: Eliézer de Almeida / Fotos: Ivna Messina

DIA   11 de fevereiro

Às 21h  no  Teatro Barracão  /  Idade Mínima:  12 anos  /  Entrada Franca.

INFORMAÇÕES: 44 3262-3232

 

“Não se nasce mulher: torna-se”. A famosa frase de Simone de Beauvoir não resume este espetáculo, mas serve bem para apontar um de seus pontos cruciais. Sem dúvida, na construção da mulher, a relação mãe / filha é fundamental e é justamente o feminino – sua construção, seu lugar no mundo, sua condição – a partir dessa relação, o que o trabalho aborda. Nunca, num viés determinista em que a mulher mãe e a educação que dela provém fazem a mulher filha, mas na perspectiva de que a interação entre as duas é constitutiva de ambas. Para tanto, a psicanálise, a literatura e relatos pessoais foram tomados como referências. São histórias de 24 mulheres que serão interpretadas ou narradas por 02 atrizes.

Duração: 40 minutos

Histórico do espetáculo

O espetáculo “Descalça?” É o primeiro trabalho do Grupo Beta de Teatro e é resultado de 2 anos de processo. O grupo partiu de uma idéia e iniciou pesquisa teórica e prática sobre o assunto, firmou parceria com o Grupo Z de teatro, cujos artistas participaram da montagem. Utilizaram-se do processo colaborativo de criação, por acreditarem na importância dos papéis de todos os artistas envolvidos no processo.

O espetáculo recebeu 02 prêmios para sua montagem: “Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz 2008” e o “Edital de Residência Artística da Secretaria Estadual de Cultura do Espírito Santo 2009”.

Através deste Edital de Residência Artística, o espetáculo pôde trabalhar com a diretora paulista Aline Ferraz, que junto com Fernando Marques dirigiu o espetáculo.

Além dos prêmios de montagem, após a estréia, o espetáculo foi contemplado por mais dois prêmios, ambos de circulação: Prêmio Funarte de teatro Myriam Muniz 2010 e Edital de Circulação da Secretaria estadual de cultura do Espírito Santo.

O Prêmio Funarte de teatro Myriam Muniz 2010 promoverá a circulação do espetáculo por cinco regiões, em 9 cidades, com o total de 15 apresentações e bate-papos.

Ficha técnica completa do espetáculo:

Direção: Aline Ferraz e Fernando Marques

Dramaturgia: Fernando Marques

Elenco: Telma Smith e Lorena Campoi

Produção: Telma Smith e Lorena Campoi

Preparação corporal: Francina Flores

Cenário, figurino e adereços: Francina Flores

Concepção de Luz: Carla van den Bergen

Montagem e Operação de Luz: Daniel Boone

Operação de Som: Carla van den Bergen

Designer gráfico: Fernando Marques

Gravação de Violino: Eliézer de Almeida

Fotos: Ivna Messina

DIA 11 de fevereiro

Às 21h

No Teatro Barracão

ESPETÁCULO TEATRAL “DESCALÇA ?”

IDADE MÍNIMA 12 anos

Isento de Custo

INFORMAÇÕES: 44 3262-3232

 


Programação de fevereiro

04/02.  COTIDIANO, O TEMPO TODO

A apresentação foi criada a partir de poesias de importantes autores como Carlos Drummond de Andrade, Fernando Pessoa, Fernando Guimarães e Cecília Meireles. Retrata a rotina do homem moderno, que muitas vezes sem direção acaba perdendo sua essência. Aborda temas como amor, violência, submissão, neurose, ódio e esperança. Utiliza recursos da poesia, música, dança, teatro e circo.

Começa às 21 horas no Teatro Barracão. Censura Livre.

Espaço Sou Arte: Cia Téspis de Teatro

11/02. Peça DESCALÇA

Na formação da mulher, a relação mãe/filha é de extrema importância, a partir desse pensamento, a peça aborda o feminino, sua construção, seu lugar no mundo e sua condição. Na encenação são contadas histórias de 24 mulheres que serão interpretadas ou narradas por duas atrizes. O espetáculo recebeu 2 prêmios para sua montagem: “Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz 2008” e o edital de resistência Artística da Secretaria Estadual de Cultura do Espírito Santo 2009. Além desses prêmios de montagem, depois de sua estreia o espetáculo foi contemplado com o Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz 2010 e Edital de Circulação da Secretaria Estadual de Cultura do Espírito Santo.

Começa às 21 horas no Teatro Barracão. Censura: a partir dos 12 anos.

Grupo Beta de Teatro, parceria com SESC.

18/02. MAIS UMA FOLIA DE JOÃO GRILO E CHICÓ.

A comédia conta a história dos amigos inseparáveis, João Grilo e Chicó, personagens da cultura nordestina. Os dois amigos estão sempre em busca de aventuras e armações. Em uma dessas aventuras eles invadem a Fazenda do Coronel Venceslau, o mais importante e rigoroso da região. A ideia inicial era apenas roubar algumas galinhas porém eles acabam até marcando casamento com Lindaura, a filha solteirona do Coronel.

Começa às 21 horas no Teatro Barracão. Censura Livre.

Cia Sou Arte de Circo, Teatro e Dança,

25/02. A NOITE DE VARIEDADES

Circo, teatro e dança.

Começa às 21 horas no Teatro Barracão. Censura: Livre.

Da Cia Sou Arte de Circo, Teatro e Dança.

Entrada Franca. Outras informações pelo telefone 3218-6100. Não será permitida a entrada após o início do espetáculo. O teatro tem capacidade de 240 lugares, este número não poderá ser excedido.

“O menino que ganhou uma boneca” chega a Marialva

Direto do blog do Luiz de Carvalho.

Começa nesse domingo a temporada 2011 de espetáculos no Cine Teatro Sonia Maria Silvestre Lopes, inaugurado no final do ano em Marialva.

A Companhia Teatral Tipos & Caras vai apresentar o espetáculo “O menino que ganhou uma boneca”. A classificação é livre e a entrada é franca. O espetáculo é uma adaptação da obra da escritora maringaense Majô Baptistoni.

“O menino que ganhou uma boneca” conta a história de Paulinho, um garoto que ganha de presente na sua festa de cinco anos, uma boneca. O pacote estava misturado entre os outros presentes e ninguém assume a autoria. O garoto gosta da boneca, mas se vê numa situação constrangedora diante dos amiguinhos.

No decorrer do espetáculo, que é uma mistura de atores e fantoches, Paulinho passa a observar as situações do cotidiano e começa a levantar alguns questionamentos como: porvquê menino não pode brincar de boneca? E vai descobrindo que os brinquedos são um treinamento para a vida adulta e que a boneca é uma ferramenta para se exercitar a paternidade.

Sobre a peça

Dirigido para o público infantil e também para os pais, a peça é comovente. O simbolismo intencional sobre os dogmas de gênero, os preconceitos, a intolerância, o trabalho sobre a resistência de reconhecer e imaginar como é o outro mundo psicossexual.

Sobre a diretora

Atriz, diretora e produtora cultural. Presidente da Cia Teatral Tipos & Caras. Formada em Letras; pós-graduada em Ensino de Artes. Escritora, membro da Academia de Letras de Maringá. Desde 1982 atuou e dirigiu espetáculos teatrais; atuou no longa-metragem “Terra Prometida”, do cineasta Pery de Canti e no curta “Trajetória de um consumista”, de Altamir Cardoso. Ministra oficinas em projetos estaduais e municipais.

Majô também faz parte da primeira turma do Nucleo de Dramaturgia Sesi de Maringá.


Exclusivo: Cartaz pré-estreia O Mercador de Veneza

Em primeira mão para os leitores do Cénico. Eu acho.


Festival de férias começa hoje com “As aventuras do Lobo Mau”

Nágela Souza

Texto de André Simões, direto do D+.

O grupo Circo Teatro Sem Lona dá início hoje ao Festival de Férias, com apresentações de peças infantis no Teatro Reviver. Os ingressos custam R$ 4.

Os espetáculos acontecem todos os fins de semana até o fim de janeiro, sempre às 16h. Hoje e amanhã, será apresentada a peça “As Aventuras do Lobo Mau”; no dia 22, é a vez de “Em Guiçou”; no dia 23, “Peripécias Circenses” e, encerrando o festival, nos dias 29 e 30, “Tam Tam e Tem Tem Numa Noite de Lua Cheia”. Todas as peças têm direção de Pedro Ochôa.

Continua aqui.


Exclusivo: Festival de Teatro de Maringá

Notícia sensacional para Maringá. Para explicar, nada melhor que trazer a apresentação do site do evento.

“Maringá já merece ter novamente um evento exclusivo de teatro, um evento que chegue e desperte em Companhias de Teatro interesse em trazer aqui a sua arte o seu trabalho, mas principalmente que venha oferecer a Maringá diversidade com qualidade artística, diversão e entretenimento com informação, enriquecendo assim a gama cultural não só da população mas principalmente da classe artística, que tem seu crescimento assistindo a outros trabalhos.

O Festival de Teatro de Maringá quer firmar no cenário teatral brasileiro um evento novo, dinâmico, atrativo e enriquecedor, cujo objetivo é elevar a arte teatral, revelando o prazer de quem atua e despertando a emoção em quem assiste.”

Que bons ventos guiem essa iniciativa e o Cénico vai estar lá cobrindo todo o evento.


O mercador de Veneza, em janeiro

Mais uma do Viva Maringá e D+, escrita pelo Massali. A montagem, dirigida por Pedro Ochôa e produzida pela equipe do Ben Hur, parece estar bem afinada para estartar os palcos maringaenses em 2011, e o Cénico estará por perto.

Shakespeare está com data marcada em Maringá. A montagem maringaense de “O Mercador de Veneza” terá sua pré-estreia no dia 21 de janeiro na Oficina de Teatro da UEM. A peça ficará em cartaz numa temporada que vai até 6 de março. A perspectiva é que, depois, o espetáculo faça um circuito regional, estadual e estreie em São Paulo no mês de maio.

A adaptação do clássico escrito por William Shakespeare é uma superprodução teatral local, apesar de fazer sua pré-estreia e toda a temporada local em um teatro de médio porte. A Oficina de Teatro da UEM tem capacidade para 170 lugares.

A peça terá em seu elenco 16 atores e cinco figurantes. Parte da trilha sonora foi composta especialmente para a peça pelo maestro, compositor e professor da UEM, Rael Toffolo. O elenco traz atores dos grupos Circo Teatro Sem Lona, Teatro Universitário de Maringá (TUM) e da Cia. Palco, como Matheus Moscheta, Valéria Bonifácio e Murilo Lazarin. A direção é de Pedro Ochoa e a produção de Ben-Hur Prado, que também atua na peça.

Adaptação

Prado conta que a adaptação de “O Mercador de Veneza” teve como base principal o texto original em inglês escrito por Shakespeare entre 1594 e 1597, em um trabalho coletivo. “A partir desse original fizemos a adaptação e vários cortes no texto. Se montássemos o original seria uma peça com mais de três horas de duração, o que é muito longo para uma peça atualmente”, diz Prado.

O texto original, lembra Prado, era muito calcado na palavra. No período de Shakespeare, essa característica era popular, mas hoje soa perigosamente erudito demais e chega a afugentar parte da plateia. “Quisemos fugir dessa pretensa erudição e aproximar Shakespeare do entendimento contemporâneo. Deixá-lo com uma linguagem mais contemporânea”, diz.

Continua aqui.


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