Patricia Kamis para Gazeta

Daniel Castellano/Gazeta do Povo

A beleza da Imperfeição

Particularmente, admiro muito o texto de Luciana Romagnolli, setorista de teatro da Gazeta, que está de mudança para Minas. Nesse, ficou bem afinada a química entre o estilo da jornalista e a entrevistada, Patrícia Kamis, uma das revelações da dramaturgia paranaense.

Integrante da primeira turma do Núcleo de Dramaturgia do Sesi Curitiba, Patrícia é mais uma que se destaca na cena da capital. Ao lado do marido, o dramaturgo, diretor e também integrante do núcleo, Pretto (Preto Galioto), conquistou o Gralha Azul de Melhor Espetáculo Infantil, com o Grupo Camelo, pela peça Lendas Japonesas.

Além de participar de Oxigênio, da CBT (Cia Brasileira de Teatro), Patrícia também foi destaque esse ano ao participar da montagem de Como se Eu Fosse o Mundo, texto de Paulo Zwolinski que ganhou vida e voz na direção de Roberto Alvim. Como autora, escreveu (Em) Branco, e Tempestade de Areia, essa última um verdadeiro desafio de montagem e interpretação, que nem a própria autora diz pronta para encenar.

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